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Petróleo sobe 5% com expectativa de corte na produção

Os preços futuros do petróleo estão em forte alta, impulsionados por comentários do presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib Khelil, e do secretário-geral do cartel, Abdalla Salem El-Badri, sobre o desejo do grupo de reduzir a produção de petróleo em sua reunião de quarta-feira, na Argélia. A fraqueza do dólar ante o euro também contribuía para o aumento nos preços.

Agência Estado |

Às 13h19 (de Brasília), o contrato do petróleo com vencimento em janeiro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) operava em alta de US$ 2,67, ou 5,77%, para US$ 48,95 o barril. Em Londres, o petróleo tipo Brent para janeiro avançava US$ 2,65, ou 5,71%, para US$ 49,06 o barril.

O mercado espera que a Opep decida pela redução de 2 milhões de barris por dia na oferta de petróleo no dia 17, e as autoridades do cartel disseram explicitamente que haverá um corte de produção, apesar de não especificarem qual será a magnitude.

De acordo com Khelil, "todos são favoráveis a um corte", inclusive a Arábia Saudita, nação que possui maior influência nas decisões da Opep. "Não tenho dúvidas sobre isso. Os sauditas já tomaram uma decisão antes da reunião." Para El-Badri, o excesso de oferta no mercado requer uma atitude do grupo na reunião.

De setembro até agora, o cartel decidiu reduzir a oferta em 2 milhões de barris por dia numa tentativa de impulsionar os preços do petróleo, que continuaram caindo diante da recessão econômica nos EUA, principal consumidor da commodity.

Uma delegação russa também estará presente na reunião de quarta-feira e será composta por autoridades do setor, entre elas Vagit Alekperov, executivo-chefe da Lukoil, maior empresa independente de petróleo da Rússia. Alekperov disse que a Opep havia pedido à Rússia que diminuísse a produção em 300 mil barris por dia, ou cerca de 3% da produção total do país. O comentário ajudou a impulsionar os preços, apesar de Alekperov não indicar se a Rússia atenderia à solicitação do cartel. As informações são da Dow Jones.

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