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Petróleo sobe 2,7% com queda em estoques de gasolina

O petróleo fechou o dia em alta em Londres e Nova York, depois que uma inesperada queda nos estoques de gasolina motivou o que muitos participantes do mercado acreditam ser uma recuperação de vida curta. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo com entrega em setembro subiram US$ 2,99, ou 2,65%, para US$ 116,00 por barril.

Agência Estado |

Os contratos de petróleo Brent para setembro, negociados na Bolsa Intercontinental, de Londres, tiveram alta de US$ 2,32, ou 2,09%, para US$ 113,47 por barril.

Os estoques de gasolina diminuíram 6,4 milhões de barris na semana encerrada em 8 de agosto, segundo dados do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês). A queda foi mais de três vezes superior à previsão média dos analistas e marcou o terceiro declínio semanal seguido dos estoques.

Os contratos futuros de petróleo caíram 22% desde 15 de julho, em boa parte devido às preocupações sobre a demanda de gasolina nos EUA. A grande queda dos estoques de gasolina forneceu para o mercado uma oportunidade para impedir o recuo dos preços do petróleo, ao menos temporariamente. "O mercado vinha de uma baixa prolongada; precisava de uma correção e uma recuperação", afirmou Kyle Cooper, diretor de pesquisa do IAF Advisors, em Houston, que alertou que o impacto dos dados pode ser passageiro. "Está tudo associado com a oferta, não com a demanda", acrescentou.

Apesar do tamanho da queda dos estoques de gasolina ter gerado um impacto nos contratos futuros de petróleo e derivados, ao mesmo tempo, os números não foram suficientes para reverter os temores relacionados a um prolongado declínio da demanda nos EUA. A queda acumulada nos estoques de gasolina nas últimas três semanas não fez mais do que queimar a oferta excedente.

Os estoques de gasolina estão agora quase exatamente nos mesmo níveis da média dos últimos cinco anos, enquanto a demanda ainda está 1,8% abaixo dos níveis de um ano atrás, de acordo com o DOE. "Parece que ainda existem poucos motivos para preocupação" com relação à diminuição da oferta de gasolina, segundo analistas do JBC Energy, em Viena, em nota para clientes. As informações são da Dow Jones.

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