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Petróleo segue em alta em NY, a US$ 86,70 por barril

Os preços dos contratos futuros do petróleo registram alta, após superarem brevemente a barreira dos US$ 87 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). O movimento está ligado à divulgação de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos e aos receios em relação aos possíveis impactos do vazamento de óleo no Golfo do México sobre o transporte marítimo na região.

AE |

Os preços dos contratos futuros do petróleo registram alta, após superarem brevemente a barreira dos US$ 87 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). O movimento está ligado à divulgação de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos e aos receios em relação aos possíveis impactos do vazamento de óleo no Golfo do México sobre o transporte marítimo na região.

"As pessoas estão acompanhando este vazamento para ver ser ele terá um efeito sobre os embarques no Golfo do México", disse Tom Bentz, operador e analista do BNP Paribas Commodity Futures Inc. "Até o momento, não parece que isso acontecerá, mas a ameaça nos ajudou a subir na semana passada e ainda está tendo efeito hoje."

Às 14h16 (de Brasília), o contrato futuro de petróleo com vencimento em junho negociado na Nymex subia 0,64%, para US$ 86,70 por barril, com cotação máxima durante o dia de US$ 87,15 por barril, o maior nível em 18 meses. Na plataforma ICE de Londres, o contrato do petróleo com vencimento em junho avançava 2,01%, para US$ 89,20 por barril.

Hoje, a China anunciou o 14º aumento mensal consecutivo na atividade do setor industrial local, enquanto os EUA divulgaram um aquecimento nos segmentos industrial e de construção. Esses fatores ofuscaram a notícia de que a China elevou a taxa de compulsório bancário em 0,50 ponto porcentual, que pesou sobre o mercado de petróleo.

"Acho que o mercado está enviando um alerta de que podemos ver uma inflação mais alta no futuro", disse Phil Flynn, da PFGBest. "A economia está se fortalecendo novamente e, com isso, teremos um aumento no consumo de petróleo."

Segundo dados do Departamento do Comércio dos EUA, os gastos com construção subiram 0,2% em março em relação a fevereiro, para o nível anual sazonalmente ajustado de US$ 847,32 bilhões. O órgão informou ainda que os gastos dos consumidores norte-americanos cresceram 0,6% em março, enquanto a renda pessoal aumentou 0,3% durante o período.

Além disso, o índice ISM de atividade industrial dos EUA subiu para 60,4 em abril, o maior nível desde junho de 2004, em comparação a 59,6 em março. O número ficou acima do previsto pelos economistas, que esperavam alta para 60,1. As informações são da Dow Jones.

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