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Petróleo reforça queda e é cotado abaixo de US$ 40 em Nova York

SÃO PAULO - Os preços futuros do petróleo dão continuidade hoje à tendência de baixa. Além de previsões de demanda global menor, os agentes estão céticos sobre a possibilidade de reequilíbrio de preços com o corte de produção por parte dá Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Valor Online |

Membros do cartel já avisaram refinarias asiáticas na semana passada que diminuirão as remessas em 10% no próximo mês para a região.

Instantes atrás, o contrato de WTI negociado para o mês de fevereiro em Nova York era negociado a US$ 38,17, com queda de US$ 2,66. O contrato para o mês seguinte recua US$ 2,34, para U$ 43,73. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês é vendido a US$ 42,85, com desvalorização de US$ 1,57. O vencimento para março declina US$ 1,66, para US$ 45,59.

A avaliação dos agentes é de que enquanto os dados econômicos de países desenvolvidos, sobretudo dos EUA, continuarem apontando para um cenário de recessão, não haverá espaço para retomada da cotação da commodity.

O Goldman Sachs soltou relatório com a avaliação de que o andamento da economia continuará sendo o principal referencial para o segmento de petróleo. A previsão do banco é de um barril a US$ 30 neste trimestre. Nem mesmo os cortes da Opep conseguem afetar o preço do produto.

(Valor Online, com agências Internacionais)

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