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Petróleo recua para US$ 68,33 o barril em Nova York

Os preços do petróleo estão em baixa hoje nos contratos futuros, pressionados pela realização de lucros em meio a dados econômicos fracos para a Europa e com investidores aguardando a divulgação do relatório semanal sobre a posição dos estoques da commodity nos EUA. Às 12h25 (de Brasília), os contratos do petróleo com vencimento em dezembro negociados na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) caíam US$ 2,20, ou 3,12%, para US$ 68,33 o barril.

Agência Estado |

Em Londres, os contratos do petróleo tipo Brent para dezembro perdiam US$ 1,95, ou 2,93%, para US$ 64,49 o barril.

Pela manhã, dados que sinalizavam fraqueza na economia européia afetaram negativamente o mercado de petróleo. O setor de serviços da zona do euro em outubro encolheu no ritmo mais acelerado em 10 anos e as vendas no varejo da região caíram 0,2% em setembro ante agosto. No Reino Unido, a produção industrial caiu pelo sétimo mês consecutivo em setembro. "Não devemos perder de vista que o pano de fundo macroeconômico continua frágil, o que deve evitar qualquer avanço exagerado (nos preços do petróleo)", disse Edward Meir, da corretora MF Global em Nova York.

Investidores aguardam a divulgação do relatório semanal sobre os estoques norte-americanos de petróleo. Analistas consultados pela Dow Jones estimam que os dados devem mostrar aumento de 1,2 milhão de barris nos estoques de petróleo, queda de 600 mil barris nos estoques de gasolina e alta de 1,2 milhão de barris para os estoques de destilados. O uso de refinarias deve subir 0,3 ponto percentual, para 85,6% da capacidade.

Segundo analistas, as variações no câmbio devem seguir ditando as movimentações nos preços do petróleo. "As moedas foram um dos principais condutores do mercado ontem e hoje também", disse Olivier Jakob, diretor de gerenciamento da consultoria suíça Petromatrix. "Com a reunião do Banco Central Europeu na quinta-feira e os dados sobre os números de postos de trabalho nos EUA na sexta-feira, parece que o petróleo será um derivativo do dólar pelo resto da semana." As informações são da Dow Jones.

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