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Petróleo recua 2,70% em NY, após 3 recordes seguidos

O petróleo encerrou em forte queda hoje, depois de bater recorde no fechamento nas três últimas sessões em Nova York. A alta do dólar ante o euro, durante a manhã, tirou força do produto.

Agência Estado |

Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato futuro de petróleo com entrega em agosto fechou em baixa de US$ 3,92, ou 2,70%, cotado a US$ 141,37 por barril - o declínio em dólares foi o maior desde o dia 19 de junho. Na Bolsa Intercontinental, em Londres, o barril do tipo WTI para agosto encerrou com queda de US$ 2,55, a US$ 141,87. Para alguns corretores, o fraco volume negociado hoje é um indicador de que as vendas da commodity terão vida curta. O barril a US$ 150,00 continua sendo um dos principais assuntos do mercado.

O fechamento do petróleo coincidiu com momento de venda generalizada de ações em Nova York. Apesar de o petróleo ter disparado e alcançado novos recordes nos últimos dias, enquanto as ações migravam para o bear market (mercado com tendência de baixa), o comportamento dos mercados acionários hoje contaminou as matérias-primas (commodities).

"O mercado de ações em queda não recolocará os carros nas estradas", afirmou o analista de energia Tim Evans, da Citi Futures Perspective. "E em algum momento aqueles tentados a alocar recursos em commodities podem considerar que petróleo a US$ 140,00 não é exatamente uma pechincha", completou.

Na mínima do dia, o petróleo atingiu US$ 139,50 - neste instante, o dólar valorizava-se ante o euro. Mas a divisa européia recuperou-se e voltou a operar acima de US$ 1,57, ajudando o petróleo a reduzir as perdas. Na quinta-feira passada, último dia cheio de negociação antes do feriado de Independência nos EUA, a commodity fechou em nível recorde, a US$ 145,29 por barril.

Sinais de que os atritos que envolvem o programa nuclear iraniano e o Ocidente podem ser superados também contribuíram para a queda do petróleo hoje. Corretores também mostraram-se aliviados com o fato de que Bertha, o primeiro furacão a receber nome em 2008, deve virar para noroeste, afastando-se das instalações de energia do Golfo do México. As informações são da Dow Jones.

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