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Petróleo nos EUA fecha com queda de mais de 4%

NOVA YORK - Os futuros do petróleo negociados nos Estados Unidos fecharam com queda de mais de 4% na terça-feira, depois de registrarem a maior queda de preço em 17 anos, conforme traders realizaram lucros após os preços das ações terem despencado por preocupações econômicas. A normalização da produção da bacia de Campos, com um plano de contingência da Petrobras para evitar prejuízos decorrentes da greve dos petroleiros, e a retomada do funcionamento de um duto na Nigéria pressionaram a commodity mais cedo na sessão.

Reuters |

Mas a queda foi acelerada depois de o chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, ter falado sobre os sérios riscos econômicos que os EUA enfrentam.

Na bolsa de Nova York, o contrato agosto perdeu US$ 6,44, ou 4,44%, para fechar a US$ 138,74 dólares o barril, negociado entre US$ 135,92 e US$ 146,73.

Essa foi a maior perda no fechamento em dólares desde que os preços fecharam com queda US$ 10,56 em 17 de janeiro de 1991, no início da Guerra do Golfo.

Na mínima do dia, a perda de US$ 9,26, ou 6,4%, em relação ao fechamento de segunda-feira também foi a maior queda intradia em dólares desde 17 janeiro de 1991.

Em porcentagem, a queda do dia no fechamento foi a maior desde que os preços retrocederam 4,51%, ou US$ 4,94, em 19 de março.

Na sexta-feira o petróleo registrou recorde a US$ 147,27.

Em Londres, o agosto do Brent perdeu US$ 5,17 nesta terça-feira, ou 3,59%, cotado a US$ 138,75, após ter sido negociado entre US$ 134,96 e US$ 145,55.

'O colapso dos preços hoje (...) indica um mercado de petróleo que está ficando mais preocupado com o impacto de uma economia norte-americana, que se deteriora rapidamente, do que com o contínuo enfraquecimento do dólar', disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates.

As ações nos EUA caíram depois de Bernanke ter dito ao Congresso que o fraco mercado de moradias, o crédito mais apertado e a elevação dos preços do petróleo ameaçam a economia.

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