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Petróleo fecha na mínima em 5 meses a US$ 106,23

Os preços dos contratos futuros do petróleo encerraram em queda pela sexta sessão consecutiva em Nova York e em Londres, diante da retomada na produção no Golfo do México, interrompida durante a passagem do furacão Gustav, e dos dados sobre o desemprego nos EUA. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos de petróleo com vencimento em outubro caíram US$ 1,66 (1,54%) e fecharam a US$ 106,23 por barril, mesmo preço de fechamento registrado em 4 de abril.

Agência Estado |

Incluindo as transações do sistema eletrônico Globex, a mínima foi de US$ 105,13 e a máxima de US$ 108,10.

Em Londres, no sistema eletrônico da ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para outubro caíram US$ 2,21 (2,12%) e fecharam a US$ 104,09 por barril. A mínima foi de US$ 103,45 e a máxima de US$ 106,65.

Os preços do petróleo deram seqüência ao declínio das últimas sessões, motivado pela quebra da expectativa de grandes prejuízos às operações de petróleo no Golfo do México após o furacão Gustav. A tempestade passou diretamente por algumas das maiores plataformas marítimas da região, mas sem provocar danos significativos.

Cerca de 90,5% da produção ainda está paralisada, mas muitas das principais produtoras afirmaram que voltarão a operar até a próxima semana. Os preços futuros caíram 8% em comparação ao preço de fechamento de 29 de agosto, último dia de negociações antes da chegada do Gustav ao Golfo do México.

O mercado agora volta as atenções para a previsão de enfraquecimento na demanda por petróleo nos EUA e na Europa. A taxa de desemprego nos EUA, que subiu para 6,1% em agosto, é o indicador pessimista mais recente para o mercado da commodity. Muitos participantes ressaltam a relação entre o aumento no desemprego e a diminuição no consumo de gasolina e nos gastos de consumidores americanos.

Duas novas ameaças à oferta podem surgir na próxima semana com potencial de interromper a derrubada dos preços do petróleo. O furacão Ike pode chegar ao Golfo do México na quarta-feira, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos EUA - apenas dez dias após a passagem do Gustav -, trazendo novos receios em relação à produção de 1,3 milhão de barris por dia da região.

O mercado de petróleo também estará atento à reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), na próxima terça-feira, em Viena. O grupo não deve diminuir a produção imediatamente, mas pode sinalizar planos para cortes até o final deste ano. As informações são da Dow Jones.

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