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Petróleo fecha em leve alta em NY com greve no Brasil

Os contratos futuros de petróleo fecharam em leve alta em Nova York, sustentados pelas notícias de uma greve de petroleiros no Brasil, que reduziu em 7% a produção do País. Por outro lado, em Londres, os contratos de petróleo Brent fecharam em leve baixa.

Agência Estado |

Depois de uma semana de notícias problemáticas de grandes produtores, rumores de mercado relacionados à tensão sobre o programa nuclear do Irã e a turbulência na região produtora do sul da Nigéria ficaram em segundo plano hoje. No Brasil, os funcionários da estatal Petrobras iniciaram uma greve de cinco dias que, segundo a companhia, reduziu a produção em 136 mil barris diários.

A alta marginal do petróleo contrastou com os ganhos mais acentuados de outros produtos básicos (commodities), como o ouro, que subiu 1,36% em Nova York. "O mercado está tentando encontrar seu pé aqui antes de fazer outra corrida de alta", disse o corretor Mike Fitzpatrick, do MF Global em Nova York. Outros operadores concordaram com a avaliação de que a calma observada hoje não vai durar. "Para mim, me parece que o mercado está ficando pronto para algum tipo de movimento, especialmente de alta", disse o operador Ray Carbone, da Paramount Options em Nova York.

Com objetivo de aumentar a oferta doméstica, o presidente dos EUA, George W. Bush, suspendeu a proibição executiva para exploração de petróleo offshore (no mar), o que coloca pressão sobre o Congresso para também derrubar sua proibição legislativa. "Até o Congresso nos dar alguma indicação do que eles vão fazer, eu não acho que os preços vão reagir", disse o analista de energia Brad Samples, da Summit Energy em Louisville (Kentucky).

Na Bolsa Mercantil de Nova York, os contratos de petróleo para agosto subiram US$ 0,10, ou 0,07%, e fecharam a US$ 145,18 por barril. Na Bolsa Intercontinental, de Londres, os contratos de petróleo Brent para agosto caíram US$ 0,57 e fecharam a US$ 143,92 por barril. As informações são da Dow Jones.

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