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Petróleo fecha em baixa com ações e matérias-primas

Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa, em linha com os movimentos de outras commodities (matérias-primas) e do mercado de ações norte-americano, que recuaram das máximas do dia. Contudo, analistas disseram que o impulso continua no lado da alta dos preços, com os operadores calculando que um empurrão em direção aos US$ 50 por barril pode ocorrer nos próximos dias.

Agência Estado |

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo para entrega em março caíram US$ 0,74, ou 1,59%, e fecharam a US$ 45,73 por barril. Incluindo as transações do sistema eletrônico Globex, a mínima foi de US$ 46,00 e a máxima de US$ 48,05. Na ICE Futures, em Londres, os contratos de petróleo Brent para março fecharam a US$ 46,96 por barril, em baixa de US$ 1,41, ou 3,47%. A mínima foi de US$ 46,67 e a máxima de US$ 49,65.

"É uma flutuação normal de mercado - tivemos nossa alta inicial com os grãos e o ouro, agora tudo voltou a cair", disse Tom Bentz, corretor de energia do BNP Paribas em Nova York. "Mas a ação de preço desta semana parece muito positiva, ainda está apontando para cima", acrescentou.

Com boa parte da Ásia fechada nesta segunda-feira em virtude do feriado do Ano-Novo Lunar, as transações no pré-mercado foram relativamente fracas e os contratos futuros de petróleo imediatamente começaram a subir, com base na alta de 6,4% de sexta-feira, na abertura do mercado. Os preços então subiram, uma vez que a pesada agenda de indicadores econômicos dos EUA começou com um inesperado resultado positivo.

As vendas de imóveis residenciais usados norte-americanos cresceram 6,5% em dezembro. O índice de indicadores antecedentes subiu 0,3% em dezembro. Os futuros de ouro e prata subiram com compras de fundos após aqueles indicadores, carregando junto os futuros de petróleo, segundo operadores.

Os preços do petróleo seguiram os mercados de commodities e o índice Dow Jones na inversão em baixa no final da sessão, mas o suporte se manteve firme em US$ 45,50 por barril, disse Tony Rosado, corretor da GA Global Markets em Nova York. "A liquidez e as compras meio que secaram, mas o humor positivo ainda está lá", disse. As informações são da Dow Jones.

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