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Petróleo fecha com ligeira alta em Nova York, acima de US$ 101

SÃO PAULO - Os preços do petróleo fecharam em trajetórias divergentes e com pequenas variações. Em Nova York, o preço do barril chegou a cair abaixo de US$ 100 pela primeira vez desde abril, mas os contratos acabaram fechando acima desse patamar. As variáveis consideradas na jornada foram a desaceleração econômica global e a passagem do furacão Ike pelo Golfo do México.

Valor Online |

O contrato de WTI negociado para o mês de outubro em NY chegou a valer US$ 99,99 no menor patamar do dia, mas fechou a US$ 101,18, com alta de US$ 0,31. O vencimento para o mês seguinte encerrou a US$ 101,25, com valorização de US$ 0,32. Em Londres, as variações foram mais estreitas e diferenciadas. O barril de Brent para o mês que vem caiu US$ 0,06, para US$ 97,58. O vencimento para novembro encerrou a US$ 99,38, com valorização de US$ 0,06.

Na base do movimento de queda dos preços ao longo do dia continuou pesando a percepção de que a fraqueza da economia continuará afetando a demanda global pelo produto, o que tende a forçar um ajuste de baixa na cotação.

Pontualmente, no entanto, as atenções se voltam para o impacto do furacão Ike, que alcança ainda hoje a região do Texas no Golfo do México, onde estão instaladas as refinarias de muitas petroleiras.

O rumo da commodity nos próximos dias deve depender da violência do furacão ao atingir as instalações de refino. Durante a sessão, os preços chegaram a cair, pois a passagem dele, independentemente de eventuais estragos à infra-estrutura da região, já levou as empresas a interromperem a a produção local. Essa precaução já deve reduzir a demanda das refinarias por óleo cru para produzir derivados.

Mas se, ao contrário do que ocorreu com o Gustav, os danos forem maiores, a tendência é haver uma alta nos preços, relacionada a um problema mais duradouro de produção do que apenas alguns dias.

(Valor Online, com agências internacionais)

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