NOVA YORK - Os futuros do petróleo nos Estados Unidos terminaram em leve alta na segunda-feira, em meio a preocupações com a oferta devido à greve dos petroleiros no Brasil. Traders destacaram ainda uma condição climática no Atlântico que pode se transformar em uma tempestade.

Mais cedo, os futuros da commodity sofriam a pressão do dólar, que subiu com o otimismo relacionado ao plano de resgate financeiro ao setor hipotecário do governo dos EUA.

Em uma sessão volátil na bolsa de Nova York, o contrato agosto avançou US$ 0,10, ou 0,07%, e fechou cotado a US$ 145,18 o barril, tendo sido negociado entre US$ 142,49 e US$ 146,37.

Na sexta-feira o petróleo chegou a marcar recorde de US$ 147,27.

'O dólar fez o petróleo cair US$ 2 mais cedo', disse Gene McGillian, da Tradition Energy.

'Mas a história climática surgiu, além da greve no Brasil, da Nigéria e da preocupação com Irã e Israel'.

Em Londres, o contrato agosto do Brent terminou com queda de US$ 0,57, ou 0,4%, a US$ 143,92 o barril, após ter sido negociado entre US$ 142,25 e US$ 145,45.

(Por Gene Ramos e Robert Gibbons)

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