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Petróleo fecha abaixo de US$ 113 com meteorologia

O petróleo fechou em baixa pela sexta vez em sete sessões, com a tempestade tropical Fay se afastando da região de produção de petróleo no Golfo do México. O contrato futuro de petróleo leve com entrega em setembro caiu US$ 0,90, ou 0,79%, para US$ 112,87 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

Agência Estado |

No mercado eletrônico da Bolsa Intercontinental, de Londres, o contrato futuro para outubro do petróleo Brent fechou em queda de US$ 0,63, em US$ 111,94 o barril.

O preço do petróleo recuou enquanto a tempestade tropical Fay seguia seu rumo para atingir a terra na costa sudoeste da Flórida amanhã, passando longe de qualquer instalação petroleira no Golfo do México.

Com a passagem do temporal, o mercado voltou seu foco à declinante demanda por petróleo nos Estados Unidos. Na semana passada, o Departamento de Energia americano informou que o consumo no país caiu 800 mil barris por dia na primeira metade de 2008. O petróleo, que atingiu o recorde de US$ 141,27 o barril em 11 de julho, terminou no nível mais baixo desde 1º de maio.

Michael Korn, presidente da Skokie Energy Corp, disse que o mercado parece fraco e que a meteorologia não foi suficiente para animá-lo. "Eu ainda não vejo qualquer compra séria nestes níveis."

Os contratos se estabilizaram desde de terem caído US$ 4,85 para US$ 115,20 o barril em 8 de agosto à medida que os preços se aproximam da marca psicológica e tecnicamente importante de US$ 100 o barril. A demanda perdida quando os preços dispararam pode começar a voltar em torno deste ponto. Alguns membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) também indicaram que apoiarão um corte na produção para evitar que o petróleo siga em queda.

Outros acreditam que o petróleo está esperando esta semana por um sinal do dólar (moeda em que é negociado o óleo), que se fortaleceu para a máxima em seis meses ante o euro na semana passada, mas ficou estável hoje. O petróleo subiu nos primeiros seis meses do ano quando os investidores compraram commodities (matérias-primas) como uma espécie de seguro (hedge) contra o enfraquecimento da moeda americana. O recente declínio do petróleo coincide com o rápido fortalecimento do dólar. "Se o dólar começar a cair novamente, o petróleo deve retomar a alta", disse Mark Waggoner, presidente da Excel Futures em Newport Beach, Califórnia. As informações são da agência Dow Jones.

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