Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Petróleo fecha a US$ 87,81, menor valor em 8 meses

Os contratos futuros de petróleo caíram para nova mínima em oito meses na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), como parte de uma liquidação orientada pelo agravamento da crise de crédito, que derrubou vários mercados hoje, segundo operadores e analistas. Na Nymex, os contratos de petróleo com entrega em novembro caíram US$ 6,07, ou 6,47%, e fecharam a US$ 87,81 por barril no pregão viva-voz - nível mais baixo desde o fechamento de 23 de janeiro, de US$ 86,99.

Agência Estado |

Incluindo as transações do sistema eletrônico Globex, a mínima foi de 87,57 por barril e a máxima, de US$ 92,68.

No sistema eletrônico da ICE Futures, de Londres, os contratos de petróleo Brent para novembro caíram US$ 6,57, ou 7,28%, e fecharam a US$ 83,68 por barril. A mínima foi de US$ 83,36 e a máxima foi de US$ 88,65.

Os investidores fugiram dos mercados, de commodities (matérias-primas, como o petróleo) a ações, com os futuros de gás natural recuando para a mínima em 11 meses na Nymex (US$ 6,823 por milhão de unidades térmicas britânicas) e o índice acionário Dow Jones, de Nova York, despencou abaixo dos 10 mil pontos pela primeira vez desde 2004, com uma queda de mais de 800 pontos.

As acentuadas perdas em vários mercados surpreenderam operadores e investidores porque ocorreram no primeiro dia desde a aprovação pelo Congresso dos EUA de um pacote de socorro de US$ 700 bilhões para o setor financeiro. No dia 29 de setembro, segunda-feira anterior, os mercados caíram de forma acentuada quando a Câmara dos Representantes derrubou a primeira versão do pacote.

Os participantes do mercado e analistas podem citar poucos fatores de suporte no curto prazo para o petróleo. O continuado forte crescimento na Ásia ajudaria a conter os declínios na Europa e EUA, embora alguns duvidem se mesmo a China pode continuar a crescer a taxas de dois dígitos se parte de seus maiores mercados de exportação entrarem em recessão.

"Esta crise de crédito está rapidamente se mostrando na zona do euro e, a partir dali, provavelmente vai se espalhar para nações em desenvolvimento que induziram a maior parte do crescimento da demanda por petróleo nos últimos anos", disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch & Associates. "Temos todo um modelo diferente em ação." As informações são da Dow Jones.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG