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Petróleo fecha a US$ 122, menor preço desde 6 de maio

O petróleo fechou em seu preço mais baixo desde 6 de maio, com os fundos de investimentos saindo do mercado em meio aos sinais de enfraquecimento da demanda. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato futuro do petróleo leve para entrega em setembro fechou em queda de US$ 2,54, ou 2,04%, em US$ 122,19 o barril.

Agência Estado |

O petróleo Brent para entrega em setembro, negociado na Bolsa Intercontinental, de Londres, caiu US$ 3,13, ou 2,49%, para US$ 122,71 o barril.

Desde seu recorde de alta em fechamento, de US$ 145,29 o barril, atingido em 3 de julho, o petróleo acumula queda de 16%. A onda de vendas foi provocada por temores de que a desaceleração econômica dos EUA será mais longa e mais profunda do que se pensava, destruindo a demanda por gasolina e outros produtos de energia.

No mais recente sinal desta tendência, a demanda por gasolina dos EUA, medida por compras nos postos de combustíveis, caiu 4% na semana encerrada em 25 de julho, em relação há um ano, no 14º declínio consecutivo, segundo relatório da MasterCard Advisors LLC, divisão da MasterCard, divulgado hoje. Isto se soma aos dados divulgados ontem pelo Departamento de Energia dos EUA, que fez uma substancial revisão em baixa da demanda por petróleo nos EUA em maio.

O sinal dos preços agora é para baixo, sugeriu Vincent Morales, corretor da ARB Oil Inc. "Os fundos não têm escolha senão liquidar algumas posições", afirmou.

O presidente da Opep, Chakib Khelil, deu mais motivos para as vendas dos contratos futuros ao afirmar que os preços do petróleo podem cair para US$ 78 no longo prazo se o dólar se fortalecer e as tensões políticas diminuírem. Os volumes negociados foram modestos, porque muitos operadores aguardam os dados de estoques que serão divulgados amanhã nos EUA. As informações são da agência Dow Jones.

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