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Petróleo estréia semana com alta de mais de US$ 1 em Nova York

O petróleo inaugurou a semana com uma alta de mais de US$ 1 nesta segunda-feira, beneficiando-se de uma redução da produção nos locais explorados pela Shell, na Nigéria, após ataques rebeldes.

AFP |

No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril "light sweet crude" para entrega em setembro terminou a sessão em US$ 124,73 dólares, uma alta de US$  1,47 em relação ao fechamento de sexta-feira.

Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte, também para entrega em setembro, ganhou US$ 1,32, encerrando em US$  125,84.

"Essa alta é atribuída ao Movimento de Emancipação do Delta do Níger (Mend)", resumiu John Kilduff, analista da corretora MF Global. "Mas eu duvido muito que dure, diante de vários sinais que indicam um esgotamento da demanda", avaliou.

Nesta sexta-feira, o Mend anunciou a sabotagem de dois oleodutos da Shell no estado de Rivers, no sul da Nigéria.

Após confirmar o ataque contra apenas uma instalação, um porta-voz da companhia anunciou que o grupo decidiu "reduzir uma parte da produção", mas não deu números.

Para os analistas, essa recuperação dos preços pode ser passageira, devido à queda do consumo de energia nos países industrializados, alimentada pela desaceleração econômica mundial e pelos níveis muito elevados de preços dos combustíveis para o consumo.

Os americanos fizeram, por exemplo, 15 bilhões de km a menos em maio de 2008 do que no mesmo período do ano passado, em conseqüência, presumivelmente, da alta no preço da gasolina, de acordo com estatísticas divulgadas hoje pelo governo.

Nos cinco primeiros meses do ano, o total de quilômetros rodados pelos motoristas, nos EUA, é o mais baixo desde 2003.

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