SÃO PAULO - Os contratos futuros de petróleo encerraram a quinta-feira com altas expressivas e chegaram a superar a casa dos US$ 85 o barril em Nova York por alguns momentos. A divulgação de dados positivos sobre a atividade econômica de diversos países reforçou a expectativa de crescimento na demanda por combustível. O WTI para maio subiu US$ 1,11, ou 1,3%, para US$ 84,87 o barril, enquanto o vencimento de junho avançou US$ 1,16, para US$ 85,34. Em Londres, o Brent de maio subiu US$ 1,31, ou 1,6%, atingindo US$ 84,01, enquanto o contrato de junho andou US$ 1,30, para US$ 84,55.

SÃO PAULO - Os contratos futuros de petróleo encerraram a quinta-feira com altas expressivas e chegaram a superar a casa dos US$ 85 o barril em Nova York por alguns momentos. A divulgação de dados positivos sobre a atividade econômica de diversos países reforçou a expectativa de crescimento na demanda por combustível. O WTI para maio subiu US$ 1,11, ou 1,3%, para US$ 84,87 o barril, enquanto o vencimento de junho avançou US$ 1,16, para US$ 85,34. Em Londres, o Brent de maio subiu US$ 1,31, ou 1,6%, atingindo US$ 84,01, enquanto o contrato de junho andou US$ 1,30, para US$ 84,55. Os investidores ficaram animados com a série de indicadores positivos de crescimento da economia divulgados ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, a atividade manufatureira cresceu pelo oitavo mês consecutivo, segundo o Institute for Supply Management (ISM). O indicador ficou em 59,6 em março, superando em 3,1 pontos a marca de fevereiro Foi a taxa de crescimento mais alta desde julho de 2004. Na China, o Índice de Gerente de Compras ficou em 55,1% em março, ou 3,1 pontos percentuais acima da marca de um mês antes. Foi o 13º mês em que o indicador superou 50%. Já no Japão, a pesquisa Tankan, do banco central do país, mostrou uma recuperação na confiança do empresariado doméstico. Analistas acreditam que a commodity não deverá ter grandes dificuldades em alcançar a casa dos US$ 90 o barril, número que tem um apelo psicológico. Pelos gráficos, a resistência seria apenas nos US$ 95. De qualquer forma, novos avanços só ocorrerão na próxima semana, visto que os mercados estarão fechados amanhã por conta do feriado de Páscoa. (Téo Takar | Valor com agências internacionais)
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