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Petróleo encerra em alta com Gaza, Rússia e Ucrânia

Os preços do petróleo subiram hoje, com o mercado reagindo ao noticiário sobre a invasão do território de Gaza pelo exército de Israel e mostrando preocupação com a oferta de gás natural da Rússia para a Europa. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo bruto para entrega em fevereiro acumulam uma alta de 25% nos últimos três dias; o nível de fechamento de hoje é o mais alto desde 1º de dezembro.

Agência Estado |

Na Nymex, os contratos de petróleo para fevereiro fecharam a US$ 48,81 por barril, em alta de US$ 2,47, ou 5,33%; a mínima foi em US$ 45,56 e a máxima, em US$ 49,28. Na Bolsa Intercontinental (ICE, na sigla em inglês), de Londres, os contratos do petróleo Brent para fevereiro fecharam a US$ 49,62 por barril, em alta de US$ 2,71, ou 5,78%, com mínima em US$ 46,31 e máxima em US$ 50,05.

Nesta segunda-feira, um alto funcionário do governo do Irã exortou os países muçulmanos produtores de petróleo a cortarem a oferta para os países que apóiam Israel, em retaliação pela ofensiva militar israelense contra o território palestino. Essa possibilidade, porém, é considerada remota, já que o maior exportador, a Arábia Saudita, rejeita o uso do petróleo como arma política.

Operadores disseram que a redução da oferta de gás natural transportado através da Ucrânia para a Europa ocidental pela companhia russa Gazprom teve impacto nos preços do petróleo e de seus derivados. Em meio a disputas político-diplomáticas entre a Rússia e a Ucrânia (apoiada pelos EUA), a Gazprom acusou a Ucrânia de desviar parte do gás transportado. Na Nymex, os contratos de óleo para aquecimento chegaram ao fim do dia no nível mais alto desde 3 de dezembro e os de gasolina no nível mais alto desde 14 de novembro. As informações são da Dow Jones.

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