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Petróleo em NY continua caindo após previsão de recuo da demanda

SÃO PAULO - Novas previsões de recuo da demanda global e indicadores de desemprego nos Estados Unidos reforçam hoje a tendência de baixa dos preços da commodity em Nova York. O aumento dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA na última semana reiteram a visão pessimista a respeito do consumo do país, assim como o aumento dos estoques americanos de óleo e derivados, reportado ontem pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos.

Valor Online |

Já no mercado londrino o vencimento do contrato mais curto, de fevereiro, opera em alta. O contrato expira hoje, o que atrai transações técnicas com o ativo. Vale notar também que os contratos em Nova York sofrem mais o efeito de ampliação dos estoques nos EUA do que os de Londres, onde o preço do barril mais negociado está valendo cerca de US$ 10 a mais.

O contrato de WTI negociado para o mês de fevereiro em Nova York era negociado a US$ 35,42, com baixa de US$ 1,86. O vencimento para o mês seguinte declinava US$ 1,47, para US$ 42,72. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês aponta US$ 45,19, com aumento de US$ 0,11. O vencimento para março é vendido a US$ 47, com desvalorização de US$ 0,62.

As solicitações de seguro-desemprego aumentaram em 54 mil nos EUA, levando o estoque total para 524 mil em termos ajustados sazonalmente. Adicionalmente, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) divulgou hoje a previsão de que a demanda em relação ao óleo cru vendido pelos países do grupo deve cair 4,2% neste ano, para 29,5 milhões de barris por dia. O argumento é o ambiente de recessão em economias desenvolvidas como Estados Unidos, Europa e Japão.

(Valor Online, com agências internacionais)

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