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Petróleo e varejo sustentaram bolsas nos EUA na sexta-feira

SÃO PAULO - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam a sexta-feira com fortes ganhos, revertendo a tendência negativa de grande parte do dia, com os investidores apostando que o amplo declínio dos preços do petróleo impulsionará o gasto do consumidor. O movimento animou as ações do varejo e contrabalançou a demissão de mais de meio milhão de pessoas no país em novembro.

Valor Online |

O índice Dow Jones avançou 3,09%, a 8.635 pontos. O Standard & Poor´s 500 subiu 3,65%, a 876 pontos. O Nasdaq saltou 4,41%, a 1.509 pontos. Na semana, o Dow caiu 2,2%, o S & P, 2,3% e o Nasdaq, 1,7%.

Os papéis do Wal-Mart aumentaram 5,6%, sendo o destaque no Dow Jones na sexta. O índice varejista do S & P aumentou 4,4%. A Apple ajudou a levantar o Nasdaq, com suas ações subindo quase 3%.

" Isto significa mais gastos para os consumidores, que estão começando a se sentir um pouco melhores pois não terão que gastar US$ 100 toda vez que forem encher o tanque de gasolina " , afirmou Angel Mata, diretora gerente de operações da Stifel Nicolaus. " Tudo isso está começando a se encaixar. É isto que está contando para esta alta e para esta valorização que tivemos nesta semana " .

Um relatório do governo mostrou que os empregadores norte-americanos cortaram 533 mil vagas em novembro, o pior desempenho em 34 anos, enquanto a taxa de desemprego subiu para 6,7%, a maior desde 1993.

As bolsas européias fecharam com perdas acentuadas, após a divulgação de dados negativos sobre o mercado de trabalho nos EUA. A Bolsa de Londres fechou em baixa de 2,74% no índice FTSE-100, indo para 4.049,37 pontos; a Bolsa de Paris caiu 5,48% no índice CAC-40, indo para 2.988,01 pontos; a Bolsa de Frankfurt teve queda de 4% no índice DAX, com 4.381,47 pontos. O índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de quase 4%, com 792,3 pontos.

Entre as ações que mais caíram na Europa estiveram as do setor bancário, com destaque para Credit Suisse, BNP Paribas, UniCredit e Royal Bank of Scotland, com perdas entre 5,5% e 7,2%.

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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