SÃO PAULO - Além de monitorarem o desenrolar dos negócios nas praças acionárias internacionais, os investidores nos mercados de petróleo avaliam o relatório de energia do governo americano. Também está sob consideração a paridade do dólar frente a outras moedas.

Conforme o documento, as reservas de cru caíram em 1,5 milhão de barris na semana terminada em 19 de setembro, contrariando as expectativas de alguns analistas, que aguardavam acréscimo.

Os níveis de gasolina diminuíram em 5,9 milhões de barris, ligeiramente mais marcado do que o esperado pelo mercado. Os estoques de destilados recuaram em 4,2 milhões, muito acima do calculado.

Há pouco em Nova York, o WTI para novembro declinava US$ 0,51, a US$ 106,10. O vencimento de dezembro estava a US$ 105,11, com decréscimo de US$ 0,36.

Em Londres, o Brent com entrega em novembro perdia US$ 0,64, a US$ 102,44. O contrato de dezembro era transacionado a US$ 103,16, baixa de US$ 0,61.

Os agentes continuam inquietos com a saúde econômica dos Estados Unidos e com as incertezas rondando o plano de resgate do setor financeiro, que está em discussão no Congresso americano.

(Juliana Cardoso | Valor Online, com agências internacionais)

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