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Petróleo é negociado a US$ 82,68 por barril em NY

Os contratos futuros de petróleo atingiram a cotação máxima em oito semanas e seguem em alta hoje. A variação da commodity reflete o relatório do Departamento de Energia (DOE) dos EUA, que apontou declínio dos estoques de combustíveis e um aumento menor que o esperado dos estoques de petróleo do país.

Agência Estado |

Às 13h30 (de Brasília), o contrato futuro de petróleo com vencimento em abril, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), avançava 1,45%, aos US$ 82,68 por barril, no pregão eletrônico. Na plataforma ICE de Londres, o contrato do petróleo tipo Brent com vencimento em abril era cotado com alta de 1,46%, a US$ 81,09 por barril.

Os contratos futuros permaneceram em torno de US$ 80 por barril há semanas, enquanto o mercado aguarda por sinais de que a crescente demanda está começando a provocar uma redução nos estoques excedentes. Os dados do DOE ofereceram alguma evidência de que a diminuição dos estoques está ocorrendo e os futuros parecem prontos a alcançar a máxima durante o dia de US$ 83,95 o barril em 2010, atingida em 11 de janeiro.

Os preços do petróleo subiram, depois que os operadores se mostraram aliviados ao ver que os estoques da commodity aumentaram em 1,4 milhão de barris na semana encerrada em 5 de março, perto do que os analistas tinham previsto, mas bem abaixo da alta de 6,5 milhões de barris reportada pelo American Petroleum Institute (API) na terça-feira.

Os estoques dos combustíveis registraram uma inesperada queda, uma vez que as refinarias reduziram sua taxa de utilização da capacidade para 80,7%, de 81,9% na semana anterior. Os estoques da gasolina recuaram em 2,9 milhões de barris, contrariando a previsão média de um aumento de 100 mil barris. Os estoques de destilados, incluindo o óleo de calefação e o diesel, caíram em 2,2 milhões de barris, mais que o declínio previsto de 700 mil barris.

"As taxas de refino continuam bem abaixo da média, e nós começamos a ver que parte desses estoques, que cresceram fortemente com a desaceleração econômica, começa a ficar mais reduzida", disse Mike Zarembski, analista de produtos da OptionsXpress, em Chicago.

A demanda aumentou 3,8% nas quatro semanas encerradas no dia 5 de março, em comparação com o mesmo período do ano passado, apesar de grande parte da procura por destilados e gasolina - as categorias mais observadas -, ter vindo de fora. A demanda de gasolina aumentou 0,5%, ante o ano passado, enquanto a de destilados subiu 4,1%.

O mercado viu ainda outros sinais de melhora da demanda, depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ter elevado sua previsão para a demanda em 100 mil barris em 2010. A China também anunciou um crescimento de 20% nas importações de petróleo em fevereiro ante janeiro. As informações são da Dow Jones.

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