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Petróleo do tipo WTI fecha em baixa de 1%, para US$ 54,39

Nova York, 18 nov (EFE).- O preço do barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou hoje em baixa de 1%, para US$ 54,39, na Bolsa Mercantil de Nova York.

EFE |

Este preço, o mais baixo dos últimos 22 meses, é US$ 0,56 por barril (159 litros) mais baixo que o alcançado no fechamento da última segunda, quando os contratos de futuros do barril do tipo WTI para entrega em dezembro terminaram a menos de US$ 55.

Esta commodity já está US$ 92,88 mais barata (63%) que no dia 11 de julho, oportunidade na qual alcançou um preço recorde de US$ 147,27 por barril.

O preço dos contratos de gasolina e de gasóleo para entrega em dezembro caíram nos dois casos US$ 0,04 por galão (3,78 litros), até US$ 1,13 e US$ 1,75, respectivamente.

Além disso, o gás natural para entrega em dezembro reduziu seu preço e terminou a sessão valendo US$ 6,51 por mil pés cúbicos, US$ 0,02 a mais que no fechamento de segunda.

O barril do tipo WTI fechou hoje pelo terceiro dia consecutivo com queda, já que os investidores temem há meses que o arrefecimento econômico reduza com força o consumo e a demanda de carburantes, o que lhes leva a ver o petróleo como um investimento menos rentável a curto prazo.

Neste sentido, as informações macroeconômicas que dia a dia se sucedem confirmam a tendência para a recessão nos Estados Unidos, que se juntaria à situação na qual já se encontram zona do euro, Japão e Hong Kong, entre outras economias.

A Associação Americana do Automóvel afirmou que o arrefecimento econômico fará com que o número de americanos que viajará no final de mês para celebrar o Dia de Ação de Graças (em 27 de novembro) com seus familiares ou amigos diminua este ano pela primeira vez desde 2002.

Isto apesar de agora a gasolina está 33% mais barata que há um ano, já que o galão custa uma média US$ 2,068, em comparação aos US$ 3,095 de então.

O preço da gasolina nas bombas dos EUA está em seu nível mais baixo nos últimos 21 meses e, segundo a pesquisa diária realizada pela AAA, acumula uma queda ininterrupta de 62 dias.

Desta forma, o preço atual é quase a metade do alcançado em julho passado, quando tocou seu recorde histórico e chegou a US$ 4,114 por galão.

Mesmo assim, a venda de automóveis diminui e os grandes fabricantes têm que buscar alternativas para encorajar a compra.

A Ford declarou que oferecerá novos incentivos para a venda de alguns de seus modelos dos anos 2008 e 2009, incluindo preços com desconto, financiamento sem juros e bônus econômicos.

No entanto, a chegada da temporada de frio (que implica tradicionalmente em um maior consumo de combustível) ajuda a conter a queda do preço. EFE mgl/fal

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