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Petróleo despenca com temor de queda da demanda

SÃO PAULO - As incertezas sobre a economia aumentaram nesta jornada e voltaram a derrubar os preços do petróleo. A cotação do barril do produto continua totalmente associado à expectativa sobre consumo.

Valor Online |

Se a previsão de crescimento baixo ou recessão aumenta, a projeção de demanda por energia recua, o que vem explicando a redução dos preços dessa e de outras commodities no mercado internacional.

O contrato de WTI negociado para o mês de dezembro em Nova York fechou cotado a US$ 60,77, com recuo de US$ 4,53. O vencimento de janeiro de 2009 cedeu US$ 4,54 para US$ 61,47. Em Londres, o barril de Brent para dezembro declinou U$ 4,44, para US$ 57,43. O contrato para o mês seguinte fechou a US$ 59,51, com baixa de US$ 4,32.

A percepção de fraqueza da economia ficou mais acentuada após o Banco da Inglaterra reduzir o juro básico do país em 1,5 ponto percentual, para 3% ao ano, o que surpreendeu o mercado.

A queda dos juros na Inglaterra e também na Europa também acaba favorecendo aplicações em dólar, aumentado a cotação da moeda, que tem correlação negativa com o preço do petróleo.

Hoje a Agência Internacional de Energia (IEA) informou que a volatilidade de preços do produto deve continuar nos próximos um ou dois anos, devido à retração da economia gerada pela crise financeira. A agência prevê, no entanto, que o barril pode voltar a ter um preço médio de US$ 100 entre 2008 e 2015 e avançar para US$ 200 até 2030.

(Valor Online, com agências internacionais)

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