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Petróleo cai puxado por fraqueza no mercado de ações

Os preços dos contratos futuros de petróleo estão em queda hoje, influenciados negativamente pela fraqueza no mercado de ações europeu e pela perspectiva de deterioração na demanda pela commodity. Segundo analistas, os investidores estão cautelosos e aguardam a divulgação do relatório sobre a posição dos estoques de petróleo dos EUA às 13h35 (de Brasília).

Agência Estado |

Analistas previram aumento nos estoques.

Às 11h35 (de Brasília), o contrato de petróleo com vencimento em dezembro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) caía US$ 0,49, ou 1,90%, para US$ 53,90 o barril. Em Londres, o contrato do petróleo tipo Brent para janeiro perdia US$ 0,32, ou 1,62%, para US$ 51,52 o barril.

"Na ausência de qualquer coisa que incentive um movimento no sentido oposto, os preços caem, porque as pessoas esperam que a demanda seja muito fraca no ano que vem", disse Simon Wardell, analista da Global Insight em Londres.

Alguns operadores afirmam que o declínio dos preços está perdendo fôlego. "Estamos sendo confrontados com notícias ruins todos os dias, mas a reação está cada vez mais limitada", disse Ole Hansen, gerente de futuros e de renda fixa do Saxo Bank em Copenhagen, acrescentando que atualmente há mais espaço para o aumento nos preços.

Os dados sobre a posição dos estoques de petróleo nos EUA, no entanto, podem pesar sobre os futuros da commodity caso sinalizem enfraquecimento na demanda. Analistas consultados pela Dow Jones estimam um aumento de 800 mil barris nos estoques de petróleo, alta de 100 mil barris nos estoques de gasolina e avanço de 600 mil barris nos estoques de destilados. O uso de refinarias deve cair 0,1 ponto percentual, para 84,5% da capacidade.

Mais cedo, o presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chekib Khelil, afirmou que a reunião extraordinária do cartel em 29 de novembro servirá apenas para debates internos, não para anunciar um novo corte na produção, de acordo com o jornal argelino Al Khabar. Khelil acrescentou que a reunião oficial da Opep, agendada para 17 de dezembro em Oran, na Argélia, "será o encontro mais importante". As informações são da Dow Jones.

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