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Petróleo cai para US$ 93,97 com sinais de recessão

Os contratos futuros de petróleo fecharam com preços em queda, pressionados por novos sinais de que as economias dos EUA e da Europa estão enfraquecendo e, por conseqüência, consumindo menos combustível. A valorização do dólar contribuiu para reduzir ainda mais os preços das commodities.

Agência Estado |

O contrato de petróleo com vencimento em novembro fechou com queda de US$ 4,56, ou 4,63%, a US$ 93,97 por barril no pregão regular da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). É o preço mais baixo de fechamento desde 16 de setembro passado. No pregão eletrônico da ICE Futures, o contrato para novembro do petróleo Brent fechou com queda de US$ 4,77 (5%) para US$ 90,56 o barril.

Os futuros de petróleo continuaram a acompanhar o índice Dow Jones nesta quinta-feira, que recuou mais de 3%. Ações e commodities sobem e descem de acordo com as percepções sobre a saúde da economia mundial. Hoje, ambos os mercados sofreram o impacto dos dados divulgados pelo governo dos EUA sobre aumento dos pedidos de seguro-desemprego e queda nas encomendas à indústria. Esses dados deixaram os investidores ainda mais preocupados com a perspectiva de recessão no país.

Os mercados agora esperam pelo resultado da votação na Câmara dos Representantes dos EUA do pacote de ajuda de US$ 700 bilhões ao setor financeiro. A votação deve ser realizada amanhã.

Dados econômicos da Europa também preocuparam os operadores de petróleo. O Banco Central Europeu (BCE) indicou que a inflação não é mais uma grande ameaça, aumentando a probabilidade de um corte na taxa básica de juros da zona do euro em dezembro. Essa perspectiva fez o dólar disparar para a máxima de um ano contra o euro. Na reunião de política monetária realizada hoje pelo BCE a taxa básica foi mantida em 4,25% ao ano.

A demanda por petróleo nos EUA tem caído durante a maior parte do ano, embora o declínio tenha se intensificado nas últimas semanas. A demanda de Europa e Japão também começou a mostrar tendência de queda mais recentemente, reforçando a possibilidade de que também as economias em desenvolvimento reduzam o consumo da commodity. As informações são da Dow Jones.

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