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Petróleo cai para US$ 35 com aumentos nos estoques

Os contratos futuros do petróleo são negociado em baixa na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), pressionados pelos dados sobre o aumento dos estoques norte-americanos da commodity e pela perspectiva de demanda fraca, enquanto no pregão londrino os contratos operam em leve alta. Às 11h28 (de Brasília), o contrato do petróleo para março negociado na Nymex perdia US$ 0,76, ou US$ 2,11%, para US$ 35,18 o barril.

Agência Estado |

O contrato do petróleo para abril caía US$ 0,38, ou 0,89%, para 42,09 o barril.

No mesmo horário em Londres, o contrato do petróleo tipo Brent para março, que vence hoje, subia US$ 0,22, ou 0,50%, para US$ 44,50 o barril. O contrato do petróleo Brent para abril ganhava US$ 0,04, ou 0,09%, para US$ 45,36 o barril.

"Não acho que temos nada de novo: a fraqueza na economia e na demanda por petróleo está determinando um teto (para os preços) enquanto os cortes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo estão fornecendo um piso", disse Michael Wittner, diretor de pesquisas do mercado de petróleo do Société Générale em Londres. "Na verdade, não estamos em um mercado na faixa dos US$ 30 o barril, mas em um mercado próximo dos US$ 40. A maior parte da pressão está no início da curva dos contratos da Nymex."

O grande desconto do contrato março da Nymex em relação aos vencimentos posteriores está relacionado ao aumento dos estoques na cidade de Cushing, nos EUA, que ontem atingiram novo recorde pela sexta semana consecutiva, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Energia norte-americano.

A cidade, um dos principais pontos de entrega dos contratos de petróleo da Nymex, está ficando sem espaço para armazenagem e os investidores estão vendendo os contratos para março a fim de evitar as entregas de barris físicos. O contrato do petróleo para março da Nymex vence no dia 20 de fevereiro. Nos meses anteriores, padrões de negociação similares empurraram os preços dos primeiros contratos para mínimas próximas a US$ 32 o barril.

"A consistência deste tipo de movimento é impressionante: aconteceu em dezembro (em menor grau), em janeiro e está acontecendo agora. Neste ritmo, o mercado pode atingir as mínimas de janeiro quando os investidores começarem a rolar posições para contratos com vencimentos mais distantes na semana que vem", disse Andrey Kryuchenkov, analista do VTB Capital em Londres. As informações são da Dow Jones.

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