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Alta do custo de vida é maior para os mais pobres, mostra Dieese

SÃO PAULO - O custo de vida subiu mais para os mais pobres no mês de julho no município de São Paulo. Dados divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese) mostram que os produtos comprados pelas famílias mais pobres, com renda média de R$ 377,49, sofreram a maior variação de preço (1,22%).

AFP |

No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de 'light sweet' para entrega em setembro terminou a sessão em 118,58 dólares, uma baixa de 59 centavos em relação ao fechamento de terça-feira.

Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em setembro perdeu 70 centavos, fechando em 117 dólares.

Durante a semana encerrada em 1 de agosto, as reservas americanas de bruto tiveram um aumento de 1,7 milhão de barrils, chegando a 296,9 milhões de barris, segundo o departamento americano da Energia (DoE). Os analistas apostavam numa queda de 200.000 barris.

"Os estoques de bruto aumentaram porque a atividade das refinarias foi muito inferior à média observada nos cinco últimos anos", explicou Antoine Halff, do Newedge Group.

Ao contrário, o estoques de gasolina tiveram uma redução de 4,4 milhões de barris, muito superior à queda esperada de 1,5 milhão de barris.

Esta redução, a segunda consecutiva, "deve-se à forte diminuição das importações, que corresponde à queda da demanda", explicou Halff.

O barril perdeu quase 29 dólares desde seu recorde absoluto de 11 de julho (142,27 dólares em Nova York).

Entretanto, "a demanda pode aumentar nas próximas semanas", considerou Thierry Lefrançois, da Natixis, prevendo preços em torno dos 120 dólares nos próximos meses.

gmo/yw

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