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Petróleo cai mais e acumula recuo de US$ 5 por barril durante a semana

SÃO PAULO - Os preços do petróleo fecharam a sexta-feira com nova baixa e acumularam recuo de mais de US$ 5 na semana. Desde o último dia 14 de julho, quando atingiu US$ 145, a cotação do barril já despencou mais de US$ 20 em Londres e Nova York. Este forte movimento de baixa teve início com o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, alertando para a fraqueza da economia norte-americana e para o impacto dos preços elevados dos combustíveis no nível de consumo.

Valor Online |

Nos negócios de hoje, o barril tipo WTI negociado em Nova York para entrega em setembro fechou a US$ 123,26, com queda de US$ 2,23. O contrato de outubro marcou US$ 123,82, com recuo de US$ 2,15. Em Londres, o Brent para setembro encerrou o pregão cotado a US$ 124,52, baixa de US$ 1,92. O vencimento de outubro situou-se em US$ 125,52, após ter cedido US$ 2,00.

A análise dos agentes é de que os preços recordes dos combustíveis estavam começando a inibir a demanda pelo produto nos EUA, o que gerou o início do processo de venda dos contratos futuros. Nas últimas quatro semanas, o consumo de gasolina nos Estados Unidos ficou em torno de 9,3 milhões, com queda de 2,4% sobre o mesmo período no ano passado, segundo dados do Departamento de Energia daquele país.

Também nesta semana, a divulgação do Livro Bege, documento do Fed que faz uma análise sobre a situação econômica dos EUA, reforçou a idéia de que talvez ainda este ano a autoridade monetária norte-americana tenha que aumentar a taxa básica de juros.

Com esta previsão de elevação da taxa, o dólar se fortaleceu em relação a outras moedas internacionais, o que ajudou ainda mais na queda da cotação do petróleo. A moeda dos EUA e a commodity tem apresentado uma forte correlação negativa nos últimos meses.

(Valor Online)

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