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Petróleo cai mais de 6%, após forte alta na 4ª

Os contratos futuros de petróleo, negociados no mercado internacional, operam em forte queda esta manhã tanto em Londres quanto em Nova York, por causa de preocupações com a demanda e de um movimento de realização de lucros. No último dia de negócios do ano passado, na quarta-feira (dia 31), a matéria-prima (commodity) fechou em alta de 14,3%, impulsionado por dados econômicos melhores do que o esperado divulgados nos Estados Unidos.

Agência Estado |

Os ganhos, no entanto, não se sustentam hoje, e isso "não surpreende", segundo o analista Glen Ward, da ODL Securities. "A questão da falta de demanda volta ao foco", disse.

Os ataques aéreos de Israel na Faixa de Gaza continuam pelo sétimo dia consecutivo e o número de mortos em territórios palestinos é de pelo menos 400. Essa tensão, no entanto, é incapaz de estimular os preços da commodity. "Os operadores ficarão de olho na situação, mas o conflito já foi precificado", disse Ward.

A demanda global ainda precisa mostrar um sinal significativo de recuperação, e muitas refinarias enfrentam queda de margens. Na última quarta-feira (dia 31), a empresa química LyondellBasel Industries confirmou que está tentando reestruturar sua dívida e que poderá pedir concordata. A companhia tem uma refinaria com capacidade de 270 mil barris por dia em Houston, no Texas (EUA).

Às 10h50 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em fevereiro caía 6,23%, para US$ 41,82 o barril na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). Em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com mesmo vencimento recuava 7,66% a US$ 42,10 o barril. As informações são da Dow Jones.

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