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Petróleo cai forte e Bolsa de NY amplia ganhos

As ações em Nova York reforçaram o movimento de alta iniciado pela manhã com a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, reagindo ao recuo forte do petróleo, que chegou a cair à mínima de US$ 114,10 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York hoje. Às 13h15 (de Brasília), o petróleo caía 2,51% para US$ 115,14 o barril, enquanto o índice acionário Dow Jones subia 1,59%.

Agência Estado |

O petróleo saiu de US$ 120,50, maior valor já registrado hoje, e passou ao território negativo acompanhando o declínio de quase 10% nos preços do gás natural. O mercado de gás reagiu ao aumento acima do esperado nos estoques anunciado pelo Departamento de Energia dos EUA. Segundo a cadeia de notícias CNBC, no entanto, o petróleo também reage ao anúncio de que a Agência Internacional de Energia (AIE) está pronta para coordenar a liberação de estoques de petróleo de seus países-membros se a oferta no Golfo do México for seriamente atingida pelos temporais. O Golfo, que responde por cerca de um quarto da produção de petróleo dos EUA, está ameaçado pela tempestade tropical Gustav, que deve se intensificar no fim de semana, transformando-se um furacão, segundo os centros de meteorologia.

"Estamos acompanhando de perto com nossos colegas nos EUA e, como sempre, a AIE está pronta para coordenar a liberação se houver uma grande e longa interrupção na oferta", seja da produção de petróleo ou de produtos como gasolina, disse o analista da AIE David Fyfe. A AIE, com sede em Paris, monitora o mercado de energia dos países desenvolvidos reunidos na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Ontem, o petróleo fechou em alta pelo terceiro dia seguido, acumulando ganho de cerca de 3% desde segunda-feira, enquanto a tempestade tropical Gustav rumava para o Golfo do México. De acordo com o Centro Nacional de Furacão dos EUA, Gustav apresentava ventos com força próxima de furacão esta manhã, enquanto outra tempestade tropical, Hanna, se formava no Atlântico.

A Bolsa de Nova York já estava em alta, reagindo aos dados do PIB norte-americano. Mas os economistas alertam que o crescimento está desacelerando ou se revertendo em países que vão da Alemanha à China, e que os números divulgados hoje podem representar apenas um repique temporário. O PIB subiu a uma taxa anual ajustada sazonalmente de 3,3% no segundo trimestre, informou o Departamento do Comércio dos EUA, revisando o dado acima do que os economistas esperavam. As informações são da agência Dow Jones.

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