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Petróleo cai e papéis de consumo sobem em Nova York

Uma nova onda de liquidação de posições em petróleo projetou alta de mais de 100 pontos no índice Dow Jones, horas antes do anúncio da decisão de política monetária do Fed, previsto para às 15h15 (de Brasília). O comportamento do petróleo favorece também o dólar, que atingiu a máxima em sete semanas contra o euro.

Agência Estado |

Ao mesmo tempo, a melhora do índice de atividade do setor de serviços do Instituto para Gestão de Oferta (ISM), divulgado nesta manhã, deu força à moeda norte-americana.

Com a retração do petróleo, papéis de consumo subiram, assim como de setores que mais perderam com a disparada da commodity, como o de aviação e o automotivo. Os papéis do setor financeiro também ganham, ancorados no bom humor generalizado do mercado e na expectativa de que o Fed manterá o juro inalterado hoje. O petróleo WTI, negociado em Nova York, caiu até US$ 118 o barril na mínima durante a sessão, com investidores novamente focados na perspectiva de retração da demanda, por conta da desaceleração econômica global.

Às 11h47 (de Brasília), o Dow Jones subia 1,47% e S&P 500 avançava 1,36%; o Nasdaq operava em alta de 1,30%. O euro caía 0,35% para US$ 1,5481; o dólar recua 0,15% para US$ 108,09 ienes. O petróleo WTI para setembro caía 1,14% para US$ 120,17 o barril na Nymex eletrônica.

Para o encontro de política monetária, espera-se que a taxa dos Federal Funds seja mantida em 2% e que o comunicado, que acompanha o anúncio do juro, não ofereça viés para a taxa.

O índice composto dos gerentes de compra sobre a atividade no setor de serviços dos EUA subiu para 49,5 em julho, informou o Instituto de Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês), mas ainda ficou no território que indica contração da atividade, abaixo de 50. De qualquer forma, superou a previsão dos economistas de 48,7, após leitura de 48,2 em junho.

Já na zona do euro, o setor de serviços mostrou contração da atividade pelo segundo mês consecutivo em julho, com o índice de gerentes de compra caindo a 48,3 no mês passado, o menor patamar em cinco anos. O índice de junho era de 49,1 e o dado de julho ficou em linha com o esperado. As informações são da Dow Jones.

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