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Petróleo cai, com economia e demanda fracas

Os contratos futuros do petróleo, negociados no mercado internacional, operam em baixa hoje, mais uma vez sob o espectro da desaceleração econômica global e de conseqüente redução da demanda. Porém, notícias de ataques a instalações petrolíferas na Nigéria limitam as perdas da matéria-prima (commodity).

Agência Estado |

Por volta das 9h40 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em setembro caía 0,50%, a US$ 124,10 o barril na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com mesmo vencimento recuava 0,57%, a US$ 125,12 o barril.

"A alta de preços teve vida curta devido ao enfraquecimento das condições macroeconômicas no curto prazo", disse Hamza Hamza, gerente de fundos da Sucden. "A menos que haja um catalisador de otimismo para mudar o psicológico do mercado, o caminho será ditado pelo campo baixista", concluiu. Desde o dia 15 deste mês, o preço do petróleo negociado em Nova York caiu cerca de US$ 20,00 o barril até ontem.

No campo geopolítico, a petrolífera Royal Dutch Shell declarou que não conseguirá cumprir, nos próximos dois meses, boa parte de suas exportações de petróleo oriundas do campo de Bonny, na Nigéria, devido aos ataques que as instalações sofreram ontem. A companhia declarou força maior na região, que vale da meia-noite de hoje e deve se estender até setembro. A Shell não disse, contudo, quanto da produção foi afetado. "A notícia é certamente construtiva para os preços, mas foi ofuscada pelo recente esfriamento na demanda", disse um corretor londrino. As informações são da Dow Jones.

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