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Petróleo cai abaixo de US$ 55, menor valor em 22 meses

Os preços do petróleo caíram a uma nova mínima em 22 meses em Nova York, pressionados por mais uma rodada de notícias econômicas negativas. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo com entrega do produto em dezembro caíram US$ 2,09, ou 3,66%, e fecharam a US$ 54,95 por barril.

Agência Estado |

Incluindo as transações do sistema eletrônico Nymex/Globex, a mínima foi de US$ 54,72 e a máxima, de US$ 58,98. Na ICE Futures, em Londres, os contratos de petróleo Brent para janeiro caíram US$ 1,93, ou 3,56%, e fecharam a US$ 52,31 por barril. A mínima foi de US$ 52,04 e a máxima, de US$ 56,12.

Os futuros de petróleo em Nova York oscilaram dentro de uma margem relativamente ampla de US$ 4,00 por barril, com alguns observadores operando sobre o vencimento dos contratos de opções hoje.

O petróleo chegou a disparar no meio do pregão em reação ao dado de produção industrial dos EUA melhor que o esperado e às notícias sobre o seqüestro de um petroleiro saudita por piratas. Contudo, esses fatos não foram suficientes para o petróleo resistir à pressão de baixa, que já fez os preços caírem mais de US$ 90 por barril desde o fechamento recorde de US$ 145,29 por barril registrado em 3 de julho.

"A história básica é a contração na demanda nos EUA e a desaceleração no crescimento da demanda global", disse Antoine Halff, vice-chefe de pesquisa da corretora Newedge USA em Nova York.

Entre os indicadores divulgados hoje, o Japão - segunda maior economia do mundo e terceira maior consumidora de petróleo - entrou em recessão pela primeira vez desde 2001. Na sexta-feira, a agência de estatística da União Européia já havia informado que a economia da zona do euro estava em recessão. A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê uma queda de 1,6% na demanda dos países industrializados no próximo ano, enquanto o crescimento da demanda de economias emergentes deve vacilar. As informações são da Dow Jones.

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