Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Petróleo cai abaixo de US$ 40 mesmo com corte da Opep

Os preços futuros do petróleo estão em queda hoje, com preocupações a respeito da deterioração na demanda pela commodity pesando sobre o sentimento do mercado mesmo depois do corte de produção anunciado ontem pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Às 11h09 (de Brasília), o contrato de petróleo com vencimento em janeiro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) caía US$ 0,12, ou 0,30%, para US$ 39,94 o barril, após atingir mínima de US$ 39,19 o barril, menor nível de preço desde julho de 2004.

Agência Estado |

Em Londres, o contrato de petróleo tipo Brent com vencimento em fevereiro avançava US$ 0,54, ou 1,19%, para US$ 46,07 o barril.

Ontem a Opep divulgou um novo corte de produção, de 2,2 milhões de barris por dia, numa tentativa de diminuir a oferta de petróleo e impedir o declínio nos preços em meio ao cenário de enfraquecimento da demanda. A medida não teve os efeitos esperados. "A demanda ainda é o fator principal. Você pode mudar os números da produção, mas não pode forçar os consumidores a comprar", disse um corretor de petróleo em Londres.

Para Edward Meir, analista da MF Global em Nova York, "o mercado não acredita na capacidade do cartel de reduzir a produção porque em outras ocasiões o grupo não cumpriu compromissos". Outros analistas, por outro lado, alertam que o mercado não deveria desprezar a decisão. "Apesar da medida anunciada ontem pela Opep vigorar apenas a partir de janeiro e de o corte levar até dois meses para refletir no sistema, se os membros do cartel efetivamente cumprirem a decisão, há argumentos suficientes para crer que a oferta excessiva irá diminuir", disse David Hart, analista de petróleo e gás do banco de investimentos Hanson Westhouse em Londres.

Para os analistas da Collins Stewart, "apesar de o mercado continuar bastante cético, acreditamos que a determinação da Opep em dar suporte aos preços está sendo subestimada e esperaremos por evidências desta determinação nos próximos meses". As informações são da Dow Jones.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG