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Petróleo cai a US$ 81,24 com sinais divergentes dos EUA

Os preços futuros do petróleo caíram nesta sexta-feira, quando sinais conflitantes sobre a recuperação econômica dos Estados Unidos minaram a mais recente tentativa do mercado em buscar uma nova máxima para 2010. O petróleo leve, no contrato com vencimento em abril, recuou US$ 0,87 (1,1%) fechando a US$ 81,24 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

Agência Estado |

Considerando as transações eletrônicas, a máxima foi de US$ 83,16 e a mínima foi de US$ 80,57 no dia. O petróleo Brent, negociado no mercado eletrônico ICE, cedeu US$ 0,89 (1,1%) e fechou a US$ 79,39 o barril. A máxima foi de US$ 81,29 e a mínima foi de US$ 78,70.

Os futuros subiram para uma nova máxima de dois meses, de US$ 83,16 o barril, num certo momento da sessão, em seguida aos dados do Departamento do Comércio dos EUA que mostraram um incremento inesperado nas vendas do varejo em fevereiro, mas o apoio ruiu quando outros indicadores pintaram um cenário menos brilhante para a economia. A confiança do consumidor norte-americano caiu em março, de acordo com o índice liberado pela Universidade do Michigan/Reuters, enquanto o Departamento do Comércio reportou estoques estáveis das empresas em janeiro, o que normalmente é um sinal de vendas fracas.

Os EUA são a principal fonte mundial da demanda por petróleo e o ritmo incerto da recuperação tornou difícil a sustentação dos movimentos de alta do barril nos últimos seis meses. Os futuros marcaram máximas semanais quase todos os dias durante as duas últimas semanas, mas as tentativas de se aproximar do nível de US$ 85 sofreram a mesma crise de confiança observada nesta sexta-feira.

A perspectiva para a demanda do petróleo parece melhor no exterior, com a Agência Internacional de Energia (AIE) se referindo em seu relatório mensal de mercado a um "surpreendente" crescimento na China, o segundo maior consumidor mundial de petróleo depois dos EUA. Mas a China tem regularmente excedido as projeções e um forte crescimento fora do mundo em desenvolvimento já foi há muito tempo precificado no petróleo. As informações são da Dow Jones.

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