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Os preços dos contratos futuros do petróleo caíram pelo quarto dia seguido nesta sexta-feira, pressionados pelos temores com a dívida soberana da zona do euro, o ritmo da recuperação econômica dos EUA e o aumento dos estoques de petróleo. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o barril para entrega em junho caiu US$ 2, ou 2,59%, para fechar em US$ 75,11, o nível mais baixo desde 12 fevereiro.

Os preços dos contratos futuros do petróleo caíram pelo quarto dia seguido nesta sexta-feira, pressionados pelos temores com a dívida soberana da zona do euro, o ritmo da recuperação econômica dos EUA e o aumento dos estoques de petróleo. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o barril para entrega em junho caiu US$ 2, ou 2,59%, para fechar em US$ 75,11, o nível mais baixo desde 12 fevereiro.

Nestes quatro dias em que ações e mercados de câmbio também sofreram um solavanco, o petróleo recuou US$ 11,08 o barril, ou 12,9%. O declínio em relação à semana anterior foi o maior desde meados de dezembro de 2008.

No mercado eletrônico ICE, o contrato do Brent para junho caiu US$ 1,56, ou 2%, para US$ 78,27 o barril, o preço mais baixo desde 15 de março. O Brent perdeu 10,5% na semana, o maior declínio desde o fim de dezembro de 2008.

A tentativa de um rali foi esmagada pelos dados do mercado de trabalho dos EUA que desapontaram os investidores que esperavam sinais de uma retomada. O Departamento do Trabalho disse que a economia norte-americana adicionou 290 mil empregos em abril. Mas a taxa de desemprego, que se esperava continuaria nos 9,7% de março, subiu para 9,9%.

Os temores envolvendo a crise da dívida da Europa continuarem pesando sobre as ações, adicionando pressões sobre o mercado de petróleo, que já está abatido pelas preocupações com os níveis elevados dos estoques e da oferta acima da demanda. As informações são da Dow Jones.

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