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Petróleo cai a US$ 115,20, menor preço em três meses

Os preços do petróleo voltaram a registrar uma baixa acentuada em Londres e Nova York, pressionados pelo vigor do dólar que consolidou a tendência negativa que começou há quase um mês. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo com entrega em setembro caíram US$ 4,82, ou 4,02%, e fecharam a US$ 115,20 por barril - nível de fechamento mais baixo desde 1º de maio.

Agência Estado |

A queda desta sexta-feira também foi a maior em em dólares desde 17 de julho, quando os preços recuaram US$ 5,30. Incluindo as transações do sistema eletrônico Globex, a mínima foi de US$ 114,62 e a máxima de US$ 120,08.

No sistema eletrônico da Bolsa Intercontinental, de Londres, os contratos de petróleo Brent para setembro estavam em US$ 113,15 por barril perto do encerramento da sessão, em queda de US$ 4,71, ou 4,00%, com uma mínima de US$ 112,80 e uma máxima de US$ 118,10.

Os preços do petróleo acompanharam a acentuada queda do euro em relação ao dólar, pressionado pela desanimadora perspectiva econômica para as economias européias e percepção de que a economia dos Estados Unidos já pode ter visto o pior de seus problemas. O euro chegou a escorregar abaixo de US$ 1,50 pela primeira vez desde o final de fevereiro, sendo negociado a US$ 1,4997 na mínima do dia.

Muitos investidores estrangeiros deixam posições em mercados de matérias-primas (commodities) denominados em dólar quando a moeda norte-americana se fortalece, com objetivo de realizar lucro em suas moedas locais.

Quando o dólar estava enfraquecendo, "os fundos hedge de commodities e fundos soberanos de riqueza, que estavam pesadamente comprados (apostando na alta) em dólar, compravam contratos de petróleo para fazerem hedge (seguro) de valor de suas perdas no dólar", disse Phil Flynn, da Alaron Trading Corp em Chicago. "Agora, aqueles mesmos fundos estão descarregando aquelas posições no mercado de petróleo", acrescentou. As informações são da Dow Jones.

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