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Petróleo barato não inibe investimentos

A queda dos preços do petróleo não deve afetar os investimentos na busca por reservas no Brasil. A afirmação vem de dois importantes sócios da Petrobrás em concessões brasileiras, incluindo a área do pré-sal na Bacia de Santos: a anglo-holandesa Shell e a portuguesa Galp.

Agência Estado |

As duas empresas participaram da 10ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), segundo seus executivos, em uma demonstração do interesse pelo País.

"Neste momento, estamos muito confortáveis com nossos projetos no Brasil", disse o presidente da subsidiária brasileira da Galp, Ricardo Peixoto. A companhia tem participação em seis descobertas importantes do pré-sal, incluindo as reservas gigantes de Tupi e Iara. Segundo Peixoto, a companhia "tem confiança" na capacidade da Petrobrás para reduzir os custos dos projetos, garantindo maior rentabilidade.

Já a Shell inaugurou anteontem a plataforma que vai produzir petróleo no complexo Parque das Baleias, no litoral do Espírito Santo, a partir de meados de 2009. Na ocasião, o presidente da companhia no Brasil, Vasco Dias, reforçou que os projetos petrolíferos são de longo prazo e não devem ser avaliados à luz das cotações atuais.

A Shell é sócia da Petrobrás no projeto Bem-Te-Vi, no pré-sal de Santos, e tem 100% de uma concessão próxima, também com potencial no pré-sal.As duas companhias estão confiantes nas promessas do governo de manter inalterados os contratos vigentes. Ambas acompanham com interesse as discussões sobre o modelo para o pré-sal.

Presente ao leilão, o secretário executivo do ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que as regras atuais devem ser mantidas para áreas fora do pré-sal: "Todo mundo respeita o marco regulatório."

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