Funcionários da Petrobras interromperam, nesta madrugada, a extração na maioria das plataformas na Bacia de Campos, iniciando uma paralisação de cinco dias, informou a agência de notícias Thomson Reuters, citando um representante do sindicato da categoria. A bacia corresponde a mais de 80% da produção brasileira de petróleo cru de 1,8 milhão de barris/dia, ou cerca de 2% do suprimento mundial.

    Preocupações sobre a paralisação ajudaram os preços do petróleo a alcançar um novo recorde, acima dos US$ 147 o barril, na última sexta-feira.

    "Das 42 plataformas, 33 estão paradas agora", disse José Genivaldo Silva, diretor da Federação Única dos Petroleiros, quase uma hora após o início da greve.

    A Petrobras disse que poderia adotar um plano de contingência para manter a produção nas plataformas, mas Silva garantiu que os trabalhadores resistiriam a qualquer tentativa. A companhia não quis comentar a greve. As informações são da Dow Jones

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