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Petrobrás vê risco para captações

A crise financeira global certamente vai prejudicar as captações financeiras da Petrobrás, mas o impacto será pequeno, já que a companhia não tem necessidade de ir ao mercado este ano. A afirmação foi feita ontem pelo gerente executivo de Finanças da Petrobrás, Pedro Bonésio, durante visita à Rio Oil & Gas, evento que reúne autoridades e executivos do setor até hoje no Rio.

Agência Estado |

Ele frisou que a companhia conta com os recursos necessários para seu plano de investimentos. "No curto prazo, está tudo resolvido. No médio e no longo prazos, esperamos uma melhora do mercado", afirmou o executivo, lembrando que os vultosos investimentos para desenvolver o pré-sal ainda vão demoram a ser feitos.

Segundo ele, a Petrobrás captou US$ 7,2 bilhões este ano, entre operações no mercado financeiro - lançamento de bonds, por exemplo - e empréstimos bancários. "Mas, se a crise persistir, certamente afeta todo o mercado e nós também vamos sentir algum impacto. Nesse caso, todo mundo vai ter de refazer portfólio e revisar os investimentos", comentou.

Ele disse que os valores de robustez de projetos e volumes de investimentos estão em reavaliação e serão divulgados junto ao planejamento estratégico da companhia para o período até 2020, em outubro.

Bonésio frisou ainda que, ao mesmo tempo em que reduz a receita da companhia, o petróleo mais baixo reduz os custos. Por isso, disse, não é possível prever os impactos da queda nas cotações.

Para o embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel, a recuperação da economia americana se dará num "futuro bastante próximo". "Não há dúvida de que estamos todos interligados e de que na globalização não há como ser descolado. Problemas em um país, sim, afetam outros países. Há, porém, demonstrações de que a economia americana poderá se recuperar e continuar a crescer."

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