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Petrobras sobe, mas Bolsa cede à pressão em NY e cai

A piora das Bolsas de Nova York no fim do fechamento do mercado doméstico de ações fez com que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não conseguisse tirar proveito da alta das ações da Petrobras, que operaram no terreno positivo durante todo o dia em meio aos ganhos superiores a 10% das cotações internacionais do petróleo. Ao fim dos negócios, o índice Bovespa fechou em baixa de 1,24%, a 38.

Agência Estado |

519,07 pontos, perto da mínima do dia, quando registrou baixa de 1,25%. Na máxima, o indicador subiu 2,24%, a 39.880 pontos. No mês, a alta está acumulada em 5,26% e, no ano, o índice tem queda de 39,71%. O volume financeiro somou R$ 4,518 bilhões.

As ações da Petrobras continuaram a escalada da véspera e sustentaram o Ibovespa no azul na maior parte do dia. A ação preferencial (PN) da empresa, a mais líquida, movimentou sozinha R$ 1,133 bilhão e teve valorização de 1,78% - no melhor momento da sessão, subiu pouco mais de 7% - enquanto a ordinária (ON) avançou 1,01%. Em dois pregões de ganhos, os papéis acumularam elevação de 11,04% e 11,28%, respectivamente.

A Agência Internacional de Energia (AIE) informou hoje que a oferta mundial de petróleo em 2009 deve crescer menos do que a demanda, e isso pressionou os preços da matéria-prima (commodity). Em Nova York, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em janeiro do ano que vem subiu 10,25% e fechou a US$ 47,98 o barril na sessão regular da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex).

Além do petróleo, o mercado acionário ainda continuou com Wall Street no horizonte, e a volatilidade foi forte lá, com a indefinição sobre o pacote de ajuda às montadoras norte-americanas, que ainda precisa passar pelo crivo do Senado dos Estados Unidos depois de ter sido aprovado, ontem, pelos deputados.

Enquanto não havia uma definição concreta, e final, sobre o tema, os investidores em ações acabaram cedendo aos indicadores econômicos ruins divulgados hoje. Os índices amplificaram as perdas na última hora da sessão nos EUA, com os bancos e as montadoras entre as maiores quedas.

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