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Petrobras quer antecipar projeto-piloto de Tupi

A Petrobras quer antecipar o projeto-piloto de produção de Tupi, que terá capacidade para 100 mil barris por dia. Inicialmente prevista para dezembro, a plataforma pode iniciar atividades em outubro, disse ontem o diretor de Exploração e Produção da estatal, Guilherme Estrella.

Agência Estado |

Isso significa que a estatal terá de concluir até outubro o plano de avaliação da descoberta, que vence no último dia de 2010. Ontem, a Petrobras constatou altíssima produtividade dos reservatórios do pré-sal no quarto poço perfurado em Tupi, a cerca de 265 quilômetros da costa do Estado do Rio. Segundo nota divulgada pela estatal, o potencial desse poço foi estimado em cerca de 30 mil barris de óleo leve, de cerca de 28° API, por dia.

Estrella explicou que o projeto só pode ser iniciado após a declaração de comercialidade do campo - etapa na qual, após todos os trabalhos exploratórios, a concessionária anuncia à Agência Nacional do Petróleo (ANP) que investirá no desenvolvimento da produção de uma jazida. Segundo o plano de avaliação da descoberta de Tupi aprovado pela ANP, a data-limite para a decisão é 31 de dezembro. Questionado sobre a relação entre a antecipação do projeto e as eleições, Estrella respondeu que o início da produção “é bom para todo o País”. A Petrobras é sócia da britânica BG e da portuguesa Galp no bloco exploratório onde estão as descobertas de Tupi e Iara, chamado BM-S-11, que têm identificados até agora entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo e gás.

Segundo o executivo, a Petrobras não devolverá à ANP qualquer extensão do BM-S-11 ao fim dos trabalhos, permanecendo com toda a área de concessão - os contratos permitem a devolução, caso não haja interesse em investir na produção. A estatal tem hoje quatro sondas de perfuração no BM-S-11, no esforço para cumprir o plano de avaliação da área antes do fim do prazo. O bloco deve receber outro projeto-piloto de produção, que vai extrair petróleo de um poço batizado como Tupi Nordeste. A companhia espera ainda a chegada, em maio, da plataforma Dynamic Production, que vai fazer um teste de longa duração no projeto Guará, no bloco BM-S-9, mais ao sul. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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