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Petrobras prevê capacidade de refino de 2,260 mi de barris em 2014

SÃO PAULO - Ainda de acordo com o Plano de Negócios da Petrobras, o segmento de Refino, Transporte e Comercialização vai receber investimentos de US$ 73,6 bilhões até 2014. Foi mantida a estratégia de expandir a capacidade de refino, buscando o equilíbrio com o crescimento da produção de petróleo da Petrobras, adequando o parque de refino para atender aos níveis de qualidade de produtos requeridos pelo mercado, afirma a companhia. Além da ampliação de unidades existentes, estão previstas no plano a entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, das Refinarias Premium I e a primeira fase do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que teve seu projeto básico alterado com a inclusão de uma refinaria com capacidade de processar 165 mil barris de petróleo por dia, para produção, principalmente, de diesel. Com esses investimentos, a Petrobras terá uma capacidade de refino de 2,260 milhões de barris por dia em 2014, um aumento de 23,4% em relação à capacidade atual, de 1,831 milhão de barris por dia. No mesmo período, a demanda de combustíveis deverá crescer 21,9%, passando dos atuais 1,933 milhão de barris para 2,356 milhões de barris. Após 2014, estão previstas a segunda etapa do Comperj, com capacidade de 165 mil barris por dia para a produção de produtos petroquímicos básicos, e a refinaria Premium II. Com isso, a Petrobras espera processar 3,2 milhões de barris em 2020, ante um consumo esperado de 2,8 milhões de barris.

Valor Online |

SÃO PAULO - Ainda de acordo com o Plano de Negócios da Petrobras, o segmento de Refino, Transporte e Comercialização vai receber investimentos de US$ 73,6 bilhões até 2014. Foi mantida a estratégia de expandir a capacidade de refino, buscando o equilíbrio com o crescimento da produção de petróleo da Petrobras, adequando o parque de refino para atender aos níveis de qualidade de produtos requeridos pelo mercado, afirma a companhia. Além da ampliação de unidades existentes, estão previstas no plano a entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, das Refinarias Premium I e a primeira fase do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que teve seu projeto básico alterado com a inclusão de uma refinaria com capacidade de processar 165 mil barris de petróleo por dia, para produção, principalmente, de diesel. Com esses investimentos, a Petrobras terá uma capacidade de refino de 2,260 milhões de barris por dia em 2014, um aumento de 23,4% em relação à capacidade atual, de 1,831 milhão de barris por dia. No mesmo período, a demanda de combustíveis deverá crescer 21,9%, passando dos atuais 1,933 milhão de barris para 2,356 milhões de barris. Após 2014, estão previstas a segunda etapa do Comperj, com capacidade de 165 mil barris por dia para a produção de produtos petroquímicos básicos, e a refinaria Premium II. Com isso, a Petrobras espera processar 3,2 milhões de barris em 2020, ante um consumo esperado de 2,8 milhões de barris. Os investimentos em Petroquímica deverão somar US$ 5,1 bilhões nos próximos cinco anos, focando na ampliação da produção de petroquímicos e de biopolímeros preferencialmente por meio de participações societárias, principalmente no Brasil, de forma integrada com os outros segmentos da companhia, afirma a Petrobras. O segmento distribuição receberá US$ 2,5 bilhões, para garantir a liderança da Petrobras Distribuidora, com meta de 40% de participação no mercado nacional em 2014, e atuação na distribuição de derivados no exterior. O segmento de Gás e Energia ficará com US$ 17,8 bilhões, direcionados para consolidar a liderança da Petrobras no mercado brasileiro de gás natural. A estatal também pretende realizar investimentos para a transformação química do gás natural. Está prevista a construção de três fábricas de fertilizantes para a produção de nitrogenados (Amnia e Uria) em sinergia com outros ativos da Petrobras no segmento. A área internacional receberá aportes de US$ 11,5 bilhões, com foco na exploração e produção no Golfo do México (Cascade, Chinook, Saint Malo e Tiber), Costa Oeste da África (Nigéria) e no Peru. O segmento de biocombustíveis receberá US$ 3,5 bilhões. A estratégia no segmento de etanol foi redirecionada para a aquisição de participações com o objetivo de se tornar um importante ´player´ no mercado, assegurando o domínio tecnológico para a produção sustentável de biocombustíveis, afirma a companhia. (Téo Takar | Valor)

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