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Petrobras pretende realizar neste semestre maior parte de licitações das plataformas para Tupi

RIO - A Petrobras espera realizar no segundo semestre de 2008 a maior parte das licitações das plataformas que vão operar no campo de Tupi, na Bacia de Santos. De acordo com Pedro José Barusco, gerente-executivo de Engenharia da estatal, as licitações serão feitas em série assim que for definido o número de plataformas que vão operar na região. Dessa forma, ele espera licitar no segundo semestre deste ano as séries de cascos, módulos de geração, módulos de compressão e módulos de integração que serão utilizados nas plataformas.

Valor Online |

Até o momento, a Petrobras licitava uma plataforma por vez, mas a estratégia mudou para a área do pré-sal, da qual Tupi deverá ser a primeira a entrar em operação comercial. Assim, a empresa que vencer a disputa para construir os cascos terá a incumbência de desenvolver de uma só vez os cascos de todas as plataformas que vão operar em Tupi.

Vamos começar com os cascos, mas pretendemos fazer tudo o que conseguirmos ainda nesta semestre, disse Barusco, acrescentando que a previsão é que a construção termine 47 meses depois de iniciada. A Petrobras trabalha com projeção para início das obras em janeiro do ano que vem.

O gerente-executivo afirmou ainda que as empresas vencedoras dessas licitações serão obrigadas a construir os equipamentos no estaleiro da Petrobras em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

Barusco revelou ainda que o custo de construção das refinarias premium que deverão ser erguidas no Maranhão e Ceará deve ficar na casa de US$ 30 bilhões - somadas as duas. A previsão é que a unidade do Maranhão processe por dia 600 mil barris de derivados enquanto a planta no Ceará deverá ter capacidade para 300 mil barris por dia.

Ele frisou que a expectativa é de que as obras nas refinarias no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e de Abreu e Lima, em Pernambuco, sofram um aumento de custos no plano de investimentos que será atualizado em setembro. Atualmente, o cálculo da estatal é de que a unidade fluminense custe US$ 8 bilhões e a pernambucana saia por cerca de US$ 4 bilhões.

O representante da Petrobras lembrou da alta do aço e frisou que ajustes nos orçamentos são normais. Mesmo assim não acho que vai haver atraso na entrada em operação das refinarias, comentou. As refinarias devem entrar em operação até 2013.

Barusco participa de workshop organizado pela Petrobras e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre oportunidades no setor de óleo e gás.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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