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Petrobras: País não tem gás para demanda adicional

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, admitiu hoje que não há no País gás para suprir demandas adicionais apresentadas pela indústria, ao ser questionado sobre a falta de demanda para os contratos de gás interruptíveis que estão sendo oferecidos pelas distribuidoras aos seus clientes. Não existe mais gás firme.

Agência Estado |

Ou tem este ou não tem", disse o executivo, referindo-se aos contratos flexíveis de gás, que não prevêem nenhum tipo de punição à Petrobras caso ele não seja cumprido por falta de oferta adicional.

Segundo Gabrielli, hoje a oferta de gás no Brasil está em torno de 45 milhões de metros cúbicos por dia, dos quais 30 milhões são provenientes da Bolívia e o restante refere-se a entrega nacional. Até 2012, a Petrobras pretende elevar a produção brasileira para 72 milhões de metros cúbicos por dia, manter a compra de gás da Bolívia e contar com uma oferta de aproximadamente 31 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural liquefeito (GNL). Assim, a estatal prevê uma oferta de 134 milhões de metros cúbicos de gás por dia até 2012. "Nenhum setor da economia vai crescer na mesma proporção do aumento da oferta de gás", afirmou.

Gabrielli manteve a promessa de entregar mais 40 milhões de metros cúbicos de gás no Sudeste até dezembro. Desde o início do ano, o executivo afirmou que a estatal aumentou a oferta de gás em 36%.

Após participar de encontro na Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústria de Base (Abdib), em São Paulo, Gabrielli confirmou ainda que está prevista para o final do ano a chegada de um navio de regaseificação a Pecém, no Ceará, que deve atender a região Nordeste do País. O executivo estimou também a chegada de um outro navio de regaseificação à Baia de Guanabara no primeiro trimestre de 2009, com capacidade para 14 milhões de metros cúbicos por dia.

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