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Petrobras nega perda de importância de operações no Golfo do México

RIO - O diretor da área internacional da Petrobras, Jorge Luiz Zelada, afirmou que as operações da companhia no setor de exploração e produção no Golfo do México não perderam importância dentro dos negócios da companhia. O executivo afirmou que o adiamento em cerca de um ano no cronograma de operações na região aconteceu apenas por conta da transferência de uma sonda de perfuração da região para operação no pré-sal do litoral brasileiro.

Valor Online |

"A carteira no Golfo do México é robusta e importante. Não reduzimos o apetite na região, apenas redirecionamos os recursos para que fossem melhor aplicados de acordo com a necessidade", explicou, lembrando que a manutenção do patamar de investimentos em US$ 15,9 bilhões fora do país entre 2009 e 2013 mostra que a área internacional permanece importante no portfólio da Petrobras.

A companhia lembrou que conseguiu arrematar 22 blocos na última licitação na costa norte-americana do Golfo do México, e que a análise de dados geológicos na região permanece, embora as perfurações dependam da realocação de uma sonda para o Golfo. Zelada explicou que o campo de Cascade, no Estados Unidos, iniciará a produção no ano que vem, com uma plataforma do tipo FPSO (floating production storage and offlanding), que terá capacidade de produzir até 100 mil barris por dia.

O diretor comentou ainda a projeção de que a Turquia receberá US$ 302 milhões da companhia nos próximos cinco anos, com o objetivo de se tornar em 2020 uma das principais regiões produtoras da companhia fora do Brasil. Atualmente, a companhia produz 224 mil barris de óleo equivalente fora do país e a expectativa é de um crescimento anual de 9,03% até atingir os 632 mil barris diários de óleo equivalente em 2020. Neste caso, a Turquia poderia responder por até 100 mil barris.

"É uma estimativa. A avaliação técnica é essa, mas a confirmação vai depender dos dados da exploração", frisou Zelada, lembrando que a Petrobras possui um bloco no país asiático, no Mar Negro.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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