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Petrobras inaugura plataforma com capacidade de 180 mil barris diários

Rio de Janeiro, 7 out (EFE).- A Petrobras inaugurou hoje a P-51 plataforma com capacidade de produzir 180 mil barris de petróleo por dia a partir de 2010, o que equivalerá a 8% da produção nacional.

EFE |

A plataforma, que custou US$ 1 bilhão (equivalente a R$ 2,24), foi batizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus principais ministros, em cerimônia no estaleiro BrasFels em Angra dos Reis, litoral sul do Rio de Janeiro.

A estrutura "semi-submersível" de 48 mil toneladas e altura de um edifício de 34 andares será ancorada no campo de alto-mar de Marlim Sul, na Bacia de Campos, de onde saem hoje oito de cada dez barris produzidos no país.

Sua construção "marca uma nova conquista da indústria naval brasileira, com (...) 75% de bens e serviços adquiridos de provedores locais", afirma a empresa.

Em janeiro de 2003, quando assumiu a Presidência, Lula mandou suspender a licitação internacional para que a P-51 e sua gêmea, P-52, fossem construídas em território nacional.

Além dos 180 mil barris de petróleo, quando atingir sua capacidade máxima de operação em 2010, a P-51 produzirá cerca de 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

O Governo espera que esta produção reduza a dependência de importação de gás da Bolívia.

Parte deste gás será utilizada na geração de eletricidade para a própria plataforma. Serão 100 megawatts, o suficiente para iluminar uma cidade de 300 mil habitantes, segundo a Petrobras.

A plataforma será ancorada em águas de 1.255 metros de profundidade, a cerca de 150 quilômetros do litoral.

Ela será conectada gradualmente a 19 poços, dez deles produtores de petróleo e gás e outros dez injetores de água, para obter petróleo médio de 22 graus API (medida internacional de densidade).

Sua construção foi encomendada a empresas brasileiras e internacionais, entre elas o consórcio FSTP (Keepel Fells e Technip) nas cidades de Niterói, Rio de Janeiro, Itaguaí e Angra dos Reis, pela firma italiana Nuovo Pignone, no Rio de Janeiro e pela britânica Rolls Royce, em Niterói. EFE ol/ab/jp

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