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Petrobras desloca sondas de outras operações para explorar pré-sal

A necessidade de desenvolvimento de áreas exploratórias no litoral brasileiro, especialmente na camada pré-sal, pode alterar o cronograma de utilização das sondas contratadas pela Petrobras. O diretor da área internacional da companhia, Jorge Luiz Zelada, afirmou que possíveis mudanças na alocação desses equipamentos ocorrem em função dos limites definidos nos contratos com a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Valor Online |

Zelada minimizou informações de que uma sonda produzida pela sueca Seven Marine, que deverá estar à disposição da empresa no primeiro semestre do ano que vem para perfuração de poços em águas profundas, não deverá mais ser alocada no Golfo do México, mas no litoral brasileiro.

"É uma sonda contratada pela Petrobras e a empresa vai alocar onde ela entender que seja mais importante naquele momento", ressaltou o diretor. "Nós podemos às vezes postergar algum programa exploratório em função de a companhia como um todo entender que há uma operação exploratória no Brasil que concorra para a utilização de um recurso como a sonda", acrescentou.

Zelada fez questão de enfatizar que a decisão de postergar a exploração de campos no Golfo do México - onde a estatal tem as áreas de Cascade e Chinook - não significa a redução da importância das operações internacionais da companhia.

"Temos planejado o programa exploratório e de desenvolvimento da produção de Chinook e Cascade. Isso permanece, são atividades que estão planejadas pela Petrobras. O programa pode estar postergado se a Petrobras entender que aquele recurso (sonda) é adequado para fazer outra operação em outro lugar", ressaltou.

A reavaliação do plano de investimentos qüinqüenal da companhia, previsto para ser divulgado provavelmente em setembro, também não contraria, segundo Zelada, a estratégia de internacionalização da companhia. Para o diretor, uma vez que a estratégia delineada para o refino prevê a produção de derivados em linha com as exigências dos mercados de Europa e Estados Unidos, todo o foco da Petrobras na internacionalização das suas operações não muda.

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