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Petrobras confia que Senado aprovará em maio plano financeiro da empresa

Nova York, 30 mar (EFE).- O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, expressou hoje confiança de que o Senado aprovará em maio o plano de capitalização da empresa e descartou por enquanto recorrer ao mercado da dívida para conseguir os mais de US$ 15 bilhões que procura.

EFE |

Nova York, 30 mar (EFE).- O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, expressou hoje confiança de que o Senado aprovará em maio o plano de capitalização da empresa e descartou por enquanto recorrer ao mercado da dívida para conseguir os mais de US$ 15 bilhões que procura. "Não temos razão para pensar que não vai ser aprovado" esse plano, que já recebeu o sinal verde da Câmara dos Deputados e agora deve contar com a aprovação do Senado, declarou Barbassa em um evento com investidores organizado pela Câmara de Comércio Brasileiro-Americana em Nova York. O diretor financeiro da petrolífera explicou aos investidores e executivos que estavam no evento os resultados obtidos pela empresa recentemente e os avanços conseguidos em produção e prospecção, entre outras áreas, além de abordar as perspectivas de produção e investimento da empresa. Também apresentou detalhes do novo modelo regulador elaborado pelo Governo do Brasil para as atividades empresariais na região do pré-sal e em outras áreas estratégicas de prospecção e produção de petróleo no mar brasileiro. O texto, que está ainda em tramitação parlamentar, inclui um plano para aumentar os recursos de capital da Petrobras. Em declarações posteriores à imprensa, Barbassa assinalou que a companhia não deve recorrer aos mercados da dívida na primeira metade deste ano e confia em aumentar seus recursos de capital mediante transações de ações. "Construímos para a primeira parte deste ano uma situação que nos dará a comodidade que necessitamos para trabalhar na capitalização e isso é o que estamos fazendo", ressaltou. Segundo ele, a obtenção de US$ 15 bilhões a US$ 25 bilhões em capital novo este ano daria à empresa margem suficiente para trabalhar em um plano de negócios que inclui um investimento de US$ 200 bilhões a US$ 220 bilhões no período entre 2010 e 2014, comparado com os US$ 174 bilhões previstos no projeto prévio para o quinquênio 2009-2013. Em relação a sua recente viagem à China, Barbassa explicou que não tinha como propósito buscar financiamento lá, depois de a imprensa afirmar que a Petrobras podia estar buscando um empréstimo de US$ 10 bilhões na China. "Fui para me reunir com empresários que poderiam estar interessados em produzir no Brasil", destacou Barbassa. Segundo ele, a viagem "foi muito bem-sucedida". EFE vm/sa
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